sexta-feira, 12 de novembro de 2010

LUZ (parteIII)

Cada cor componente da luz branca possui uma energia diferente, e a energia aumenta da cor vermelha para a violeta, mas todas as cores propagam-se no vácuo com a mesma velocidade: 300 000 km/s. Nos meios homogéneos e transparentes, a luz propaga-se em linha recta. Para representarmos a propagação rectilínea da luz, utilizamos os raios de luz que são linhas orientadas que representam a direcção e o sentido de propagação da luz. O conjunto de raios de luz constitui um feixe de luz. Assim, podemos ter feixe de luz constituído por raios paralelos, convergentes ou divergentes.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

LUZ (parte II)

A luz emitida pelo Sol é branca, uma luz policromática (várias cores) que pode ser decomposta em luzes monocromáticas (uma só cor). As luzes monocromáticas principais que compõem a luz branca são em número de sete: vermelha, alaranjada, amarela, verde, azul, anil e violeta. Para observarmos a decomposição da luz branca nas suas cores componentes principais, basta fazermos a luz solar incidir sobre um prisma ou sobre gotículas de água (arco-íris).

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

LUZ

LUZ
A luz é uma forma de energia que se propaga nos meios materiais e também no vácuo. A luz emitida pelo Sol chega a nós em 8 minutos e 20 segundos, percorrendo 150 milhões de quilómetros a uma velocidade de 300 mil quilómetros por segundo. A grandeza 1 ano-luz, muito usada em Astronomia, corresponde à distância percorrida pela luz num ano. Para transformarmos 1 ano-luz em quilómetros, devemos multiplicar a velocidade da luz no vácuo, 300 000 km/s, pelo intervalo de tempo de 1 ano que, em segundos, corresponde a, aproximadamente, 3,15 · 107 s. Assim, temos:

1 ano-luz = 3,0 · 105 km/s · 3,15 · 107 s

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A NATUREZA DA LUZ

A NATUREZA DA LUZ
Em 1905, Einstein publicou cinco artigos bastante revolucionários, entre eles, um explicando a natureza da luz com o título “Sobre um ponto de vista heurístico a respeito da produção e transformação da luz”. Neste artigo ele se apossa do conceito de quanta, proposto por Planck, e diz:
...”na propagação de um raio de luz emitido por uma fonte puntiforme, a energia não é continuamente distribuída sobre volumes cada vez maiores de espaço, mas consiste em um número finito de quanta de energia, localizados em pontos do espaço que se movem sem se dividir e que podem ser absorvidos ou gerados somente como unidades integrais”.
Com este trabalho ele ganhou o prémio Nobel de 1921 e, a partir de 1926, esses quanta passaram a ser denominados de fótons10.
Imaginem a reviravolta no meio científico ao ver que a teoria corpuscular havia ressuscitado, devemos ressaltar que os corpúsculos de Newton não são os mesmos de Einstein, contudo a ideia da natureza corpuscular da luz estava de volta.
Figura 4: Aparato para observação do efeito fotoeléctrico

De maneira bastante original, Einstein explicou o fenómeno denominado de efeito fotoeléctrico (Figura 4), da seguinte maneira:
  1. A luz de frequência f é formada por números inteiros de fótons, cada um com energia hf (h é a constante de Planck), que incidem na placa emissora;
  2. Os fótons colidem com elétrons da placa e transferem energia para estes;
  3. Os elétrons usam uma parte da energia recebida pelos fótons para escapar da placa emissora, se sobra energia, esta é transformada em energia cinética que o elétron adquire para deslocar-se da placa emissora para a placa colectora, constituindo assim, a corrente eléctrica característica deste fenómeno.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Bem-vindos


Olá a todos. Este é o meu blog... e este sou "eu"!!! e a foto está amarela, vai-se lá saber porquê... mas vamos averiguar ou não estivesse-mos a discutir assuntos de côr.